Manuel Carvalho terá dito ao paciente para ir para casa “curar a ressaca”
Um médico de 60 anos do Hospital Amato Lusitano, em Castelo Branco, vai começar a ser julgado a 19 de março por um crime de homicídio por negligência que resultou na morte de um paciente.
O caso remota a abril de 2014, quando André Antunes, então com 18 anos , morreu poucas horas após ter tio alta daquela unidade hospitalar.
O jovem deu entrada nas urgências às 15H20 de dia 17 de abril de 2014, queixando-se de fortes dores no abdómen que tinham começado no dia anterior.Uma análise à urina revelou ténues indícios de cannabis.
André terá admitido ao médico, Manuel Carvalho, agora arguido, e à mãe, Ana Gaspar, ter experimentado fumar um charro dias antes, mas assegurou que n\ao consumia drogas. Apesar de as dores persistirem, André teve alta pouco depois das 22H00, tendo-lhe sido dito pelo médica, segundo a acusação, “para ir para casa curar a ressaca”.
Notícia: Correio da Manhã
