Misericórdia explica encerramento

Misericórdia explica encerramento

O encerramento do Centro Infantil Adriano Godinho, da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, na sequência de termos solicitado uma explicação oficial para algumas dúvidas de pais das crianças, que nos foram chegando, a Mesa Administrativa daquela instituição fez chegar à comunicação social uma Nota de Imprensa onde se afirmam os motivos da decisão, .

“Este encerramento prende-se, sobretudo, com a falta de renovações e de novas inscrições de crianças no referido Centro, isto é, na sua totalidade o número de crianças não chega às três dezenas.
O Centro Infantil Adriano Godinho situa-se numa zona da cidade onde habitam poucos casais jovens, a par da baixa natalidade que se verifica em todo o País e Castelo Branco não é uma exceção.
Atingiu-se um rácio Colaboradores/crianças acima do previsto na
legislação vigente, pois era necessário manter aquele quadro de pessoal face ao número de crianças.
A título de exemplo, teria que ser constituída uma única turma com
crianças de 3, 4 e 5 anos juntas o que pedagogicamente não é de todo aconselhável.

Temos a esclarecer que todos os pais/encarregados de educação foram informados desta resolução, compreendemos que não é fácil para os pais, pois tinham a sua vida organizada em função deste espaço, no entanto foram compreensivos com a situação, dado que lhes foi proposto que poderiam optar por colocar as suas crianças num dos outros três Centros Infantis da Santa Casa da Misericórdia e mais, foram convidados a visitar esses centros para poderem optar pelo que mais lhes conviesse.

Tudo foi feito no sentido de mantermos o Centro aberto. Realizamos várias atividades e iniciativas, no sentido de sensibilizar os pais, de forma a que o número de inscrições fosse incrementado, infelizmente tal não aconteceu.

Quanto às Colaboradoras, deste Centro Infantil, está completamente assegurado o seu posto de trabalho, quer nos três Centros Infantis, quer noutras infra-estruturas da Misericórdia.

Como conclusão, podemos afirmar que a maioria dos pais já manifestaram a sua opção, por um dos Centros Infantis da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, apenas menos de meia dezena não renovaram a inscrição, tendo-lhes sido devolvida a importância paga no ato da mesma e sempre num espírito de abertura e diálogo entre todos.

A Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco orgulha-se de ter tomado a melhor decisão a favor das crianças e dos Colaboradores.”

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