A unidade da Aptiv em Castelo Branco vai deixar de estar sob a tutela direta da multinacional e passará a integrar uma nova sociedade anónima, que também irá englobar o polo tecnológico do Lumiar.
A operação será formalizada a 1 de abril, embora a nova sociedade seja criada em dezembro. A futura empresa será cotada em bolsa e assumirá todo o negócio global das cablagens, que até agora representava cerca de 8,5 mil milhões de dólares da faturação anual da Aptiv.
Com a mudança, os cerca de 910 trabalhadores da fábrica de Castelo Branco serão transferidos para a nova sociedade, mantendo intactos todos os direitos, contratos e antiguidade. A passagem deverá iniciar-se no início de dezembro e ficar concluída até março. Assim, o funcionamento da unidade albicastrense deverá manter-se inalterado.
Apesar de a fábrica já ter passado por várias designações ao longo das últimas décadas, esta será a primeira vez que uma nova empresa assumirá formalmente a gestão da operação local e do polo do Lumiar.
Atualmente, a unidade de Castelo Branco produz cablagens para veículos de combustão e elétricos de marcas como John Deere, INEOS, Ferrari, Maserati e Alfa Romeo.
