O presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco defende que a transformação da instituição em Universidade Politécnica é uma mudança de patamar, de exigência e de responsabilidade.
“Não queremos ser uma universidade por imitação. Queremos ser uma universidade politécnica por convicção. Queremos uma Universidade Politécnica de Castelo Branco profundamente enraizada na Beira Baixa e claramente aberta ao país, à Europa, à lusofonia e ao mundo”, afirmou Luís Farinha, no discurso de tomada de posse.
Este responsável, pela primeira vez eleito em junho, definiu no seu programa de ação para o quadriénio 2026-2030 sete eixos estratégicos que assentam nas pessoas, na excelência académica e científica, transparência e integridade, responsabilidade social, sustentabilidade, participação, proximidade, inovação, cooperação e ambição realista.
“A transformação em Universidade Politécnica de Castelo Branco será mais do que uma alteração de nome. Não é uma mudança cosmética. Não é um gesto administrativo. É uma mudança de patamar, de exigência e de responsabilidade pública”, vincou.
Luís Farinha salientou que a equipa que lidera será próxima, exigente, colaborativa e orientada à resolução de problemas.
“+ IPCB: Impulsionar o Futuro, Valorizando as Pessoas. Este é o lema que assumi perante a comunidade. Quero que seja mais do que uma frase. Quero que seja uma prática diária. Impulsionar o futuro significa preparar a instituição para os desafios que aí vêm. Valorizar as pessoas significa compreender que nenhum futuro se constrói contra as pessoas, sem as pessoas ou ignorando as pessoas”, disse.
O novo presidente sublinhou ainda que a Beira Baixa precisa de um IPCB forte e que a modernização da instituição passa por reconhecer a centralidade dos serviços, por simplificar processos e reduzir redundâncias, reforçar competências, investir em formação, melhorar a comunicação interna, valorizar o mérito e criar condições para que as pessoas trabalhem melhor.
“O IPCB tem hoje condições para olhar o futuro com ambição, prudência e confiança. Não haverá verdadeira mudança institucional se quem executa, acompanha, resolve e sustenta a instituição no dia a dia não estiver envolvido nessa mudança”.
Luís Farinha deixou bem claro que este não é o projeto de uma presidência, mas sim de uma comunidade.
“É o projeto de uma Beira Baixa que acredita no conhecimento como motor de progresso. É o projeto de um Interior que não aceita ficar à margem do futuro”.
Texto: Lusa
Foto: arquivo BBTV
