O Tribunal Judicial de Castelo Branco condenou esta quinta-feira, 24 de setembro, António Roque e a empresa Funeralbi ao pagamento de 14 mil euros aos pais de Rodrigo, jovem que morreu num acidente de viação em Idanha-a-Nova, assim como, duas multas penais ao Estado no total de 22.470 euros.
Recorde-se que o crime remonta ao mês de Janeiro de 2024.
A agência funerária foi acusada de falsificação de documento.
António Roque, proprietário da Agência Funeralbi, recebeu no dia 25 desse mês uma notificação da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para fornecer os dados do condutor de um veículo da funerária apanhado em excesso de velocidade em Santarém no dia 31 de dezembro de 2023.
No sentido de evitar arcar com as consequências da infração, António Roque terá preenchido o formulário com os dados de Rodrigo Oliveira, 19 anos, falecido num acidente de viação.
Foi a Funeralbi que tratou das cerimónias fúnebres e, como tal, tinha em seu poder os elementos de identificação do jovem. Dados estes, que, António Roque forneceu abusivamente às autoridades 12 dias após a realização do funeral.
O caso só foi detetado quando a notificação da coima de 300 euros, chegou à casa dos pais de Rodrigo.





O Tribunal Judicial de Castelo Branco condenou esta quinta-feira, 24 de setembro, António Roque e a empresa Funeralbi ao pagamento de 14 mil euros aos pais de Rodrigo, jovem que morreu num acidente de viação em Idanha-a-Nova, assim como, duas multas penais ao Estado no total de 22.470 euros.
Recorde-se que o crime remonta ao mês de Janeiro de 2024.
A agência funerária foi acusada de falsificação de documento.
António Roque, proprietário da Agência Funeralbi, recebeu no dia 25 desse mês uma notificação da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para fornecer os dados do condutor de um veículo da funerária apanhado em excesso de velocidade em Santarém no dia 31 de dezembro de 2023.
No sentido de evitar arcar com as consequências da infração, António Roque terá preenchido o formulário com os dados de Rodrigo Oliveira, 19 anos, falecido num acidente de viação.
Foi a Funeralbi que tratou das cerimónias fúnebres e, como tal, tinha em seu poder os elementos de identificação do jovem. Dados estes, que, António Roque forneceu abusivamente às autoridades 12 dias após a realização do funeral.
O caso só foi detetado quando a notificação da coima de 300 euros, chegou à casa dos pais de Rodrigo.