4570 milhões a evoluir, 200 anos a analisar, 4 centros a explicar
Os Centros Ciência Viva de , Estremoz, Alviela e Bragança juntaram-se num consórcio e prepararam os conteúdos e dinâmicas da exposição interativa “Por que somos como somos? A evoluir há 4570 milhões de anos”.
Três das seis ilhas que compõem a exposição estão no Centro Ciência Viva da Floresta e foram inauguradas, esta quintafeira, com a presença do principal público alvo da rede de centros Ciência Viva: os jovens estudantes.
Na ocasião, o presidente da Câmara de destacou o esforço conjunto dos 4 Centros de Ciência Viva envolvidos neste projeto.
“Para vocês este exemplo também é motivo de aprendizagem pois enquanto estudantes têm que saber trabalhar em conjunto e conseguem, de facto, realizar mais se assim for. Se conseguirmos por aquilo que é o individual a favor do coletivo, todos saimos a ganhar”.
João Lobo referiu ainda que a inauguração da exposição é também o arranque simbólico das comemorações do 10º aniversário do Centro Ciência Viva da Floresta, inaugurado a 21 de julho de 2007. “É o primeiro passo do programa que comemora uma infraestrutura que tem tido muita importância na dinamização do concelho e também da sua temática, que é a floresta, colocando a ciência mais próxima e fazendo parte do quotidiano das crianças e jovens, mas também das suas famílias ”.
Rui Dias, diretor do Centro Ciência Viva de Estremoz, refere que o objetivo da exposição é explicar a evolução muito para além da visão da biologia, que é a mais divulgada. “Pretendemos mostrar que um geólogo também olha para a evolução, a terra evolui, evolui lentamente, e ao evoluir vai condicionando as formas de vida que aqui surgem. Depois há a física, a química e até a matemática por trás da vida”, referiu.
A exposição, quase na totalidade produzida em Portugal, vai ficar patente no Centro Ciência Viva da Floresta até 31 de julho.
