Vítor Pereira é recandidato a presidente da Federação
Vítor Pereira, presidente da Câmara Municipal da Covilhã, apresentou, no dia 19 de outubro, a candidatura a presidente da Federação Distrital de Castelo Branco do Partido Socialista, acompanhada da respetiva Moção de Orientação Política para o mandato de 2022-2024, intitulada “Pelo , Pelo Futuro”.
Para Vítor Pereira “é uma recandidatura natural, resultante de uma vontade própria e da interpretação da vontade dos militantes e das estruturas do Partido Socialista”, para o ato eleitoral que se realiza, na sexta-feira, dia 4 de novembro.
“Esta candidatura dá continuidade ao trabalho que tem sido feito nos últimos 2 anos, tal como proposto e previsto na anterior Moção – “Um Novo Rumo para o ” – que teve como resultado visível a melhoria dos resultados eleitorais no distrito e o reforço da influência do em Castelo Branco”.
Sublinha o recandidato, que “a verdade é que, a estratégia delineada e o trabalho do mandato que agora termina conduziu o Partido Socialista, no distrito de Castelo Branco, ao melhor resultado eleitoral do , a nível nacional, nas eleições legislativas de janeiro deste ano e ao reforço da sua influência autárquica nas eleições de 2021, conquistando mais uma Câmara Municipal e mantendo as restantes”.
Para o próximo mandato, diz Vítor Pereira, “a Federação Distrital de Castelo Branco do deve continuar o trabalho de intervenção, ação e iniciativas políticas descentralizadas no seu território, valorizando as várias centralidades nele reconhecidas e cuja complementaridade constituem um dos fatores de competitividade diferenciadores face a outras regiões”.
Acrescentado ainda que “a Federação do deve continuar a defender o desenvolvimento de um território competitivo, que permita inverter a curva demográfica, aumentar a coesão territorial e valorizar o potencial endógeno do nosso território.
Continuaremos a exigir uma aposta clara e um investimento forte do Estado na região e nas mais diversas áreas, designadamente:
– Ao nível da saúde – nos cuidados de saúde primários e nos Hospitais, Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira e Hospital Amato Lusitano;
– No domínio da educação e investigação, reforçando a capacitação das escolas secundárias e profissionais e no ensino superior e centros de investigação, nomeadamente na Universidade da Beira Interior e no Instituto Politécnico de Castelo Branco;
– No que concerne às infraestruturas com o investimento na ferrovia, reduzindo os tempos de viagem de comboio e assegurar uma ligação regular a Espanha, com a redução das portagens, até à sua abolição, na A23, com a construção do IC6 e do IC31 bem como a requalificação do IC8 entre Proença-a-Nova e a A13, a ligação à Estremadura espanhola sobre o rio Tejo, em Vila Velha de Ródão e à requalificação da EN 238 entre a Sertã e Ferreira do Zêzere;
– No âmbito da mobilidade devemos exigir e trabalhar na construção de uma rede de transporte público de passageiros que assegure, com regularidade e a um preço aceitável, a conectividade das aldeias aos centros urbanos. Devendo esta rede de transportes públicos consolidar o eixo das cidades médias da Beira Interior, servindo de alternativa à mobilidade individual nos trajetos casa-trabalho neste eixo, reforçando, assim, o raio de empregabilidade, o mercado de trabalho e as oportunidades educativas na região;
– No que diz respeito à conectividade, nomeadamente através da capacitação do território com a cobertura de fibra e 5G;
– No âmbito da coesão territorial, tendo em vista a atração de investimento privado e a promoção de projetos empresariais de valor acrescentado, que permitam criar empregos diretos e indiretos, assim como reivindicar a localização de mais serviços desconcentrados do Estado na região, tendo em vista a fixação de pessoas e alavancagem da região sob o ponto de vista socioeconómico;
– No que respeita ao Património Natural assegurar que o Plano de Revitalização da Serra da Estrela será mais que um conjunto de boas intenções, concretizando-se como um instrumento – com capacidade financeira e estratégica – que efetivamente permita regenerar a área ardida, assegurando que é possível fazer bem, sem cometer os erros do passado e de maneira a que estas tragédias não se repitam ciclicamente. Ainda no âmbito do Património Natural é necessário prosseguir a valorização dos GeoParques do nosso território, bem como os parques e Reservas Naturais e os produtos típicos locais, permitindo a criação de riqueza e valor para a comunidade, bem como
– Na adequação às alterações climáticas, dar resposta às necessidades de irrigação do território ( Barragem da Atalaia para irrigação da margem direita do rio Zêzere), do armazenamento de água para abastecimento público (Barragem das Cortes), assim como no aproveitamento hídrico do rio Ocreza, também para abastecimento público, regadio e produção de energia fotovoltaica, sem esquecermos o melhoramento da eficiência do regadio da Campina de Idanha-a-Nova”.
