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A Comissão Política Distrital do de Castelo Branco, após a realização do Conselho de Ministros, em Castelo Branco, manifesta “incredulidade no desnorte evidenciado pelo Governo na preparação”.

Para o , os resultados práticos deste Conselho de Ministros, “apenas demonstram
a navegação à vista, a falta de rumo e um evidente cansaço nos ministros e nas suas opções”.

E seguem-se, exemplos, na nota de imprensa.

“A Ministra da Agricultura, com pompa e circunstância, apresenta, em Belmonte, o Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) para, no dia seguinte, extinguir a Secretaria de Estado da Agricultura.
A lógica da estrutura orgânica do Governo deixou de corresponder à lógica de ação e intervenção do Governo.
Ouvimos dizer que não é definitiva a extinção da Secretaria de Estado. Obviamente que não, mas extingui-la a seguir à apresentação de um Plano Estratégico é o maior sinal de fim da estrada para esta Ministra.
Ao que parece, incapaz de escolher alguém para assumir responsabilidades;

– Já a Ministra da Coesão Territorial, pela enésima vez, vem abordar a questão das portagens, replicando o tantas vezes dito pela Distrital do Castelo Branco, que são mais um custo de contexto para a região.
Para seguidamente afirmar que a abolição das mesmas seria uma contradição com a implementação do Plano de Mobilidade Territorial e com as questões ambientais.

A Distrital do Castelo Branco não percebe estes argumentos, porque em campanha eleitoral, a promessa de abolição de portagens é sempre possível. Quando se governa, criam-se grupos de trabalho para estudar o tema e encontram-se subterfúgios para se fugir às promessas.

Para quem queria manifestar preocupações ambientais, não se percebeu o tamanho da frota automóvel estacionada na Devesa em Castelo Branco.

Mas adiante, em resposta às preocupações ambientais da Ssenhora Ministra, a Distrital do Castelo Branco desafiaa Ana Abrunhosa a lutar pela abolição das portagens, uma excelente forma de premiar o distrito de Castelo Branco pelo seu contributo para que Portugal cumpra os critérios ambientais previstos no Acordo de Paris.

Em relação ao Plano de Mobilidade que o ajude a implementar com a maior brevidade possível, como complemento às necessidades dos beirões e não como desculpa de mau pagador para se adiar a tomada de posição sobre a questão das portagens;

Para além das portagens, a senhora Ministra da Coesão Territorial, ainda abordou o Plano de Recuperação da Serra da Estrela e afirmou que 70% das medidas já tinham sido implementadas.

Ou nós e a população andamos muito distraídos, ou a implementação passou ao
lado de todos os atores do território.

É caso para dizer que a montanha pariu o rato e contrariou as palavras da senhora Ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, quando disse que a «Serra da Estrela ia ficar melhor do que estava». Não ficou!”

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