
Estávamos na década de 90, quando os antigos lagares de varas ocupavam uma grande área e com uma arquitetura uniforme em quase toda a Beira Baixa. A tradicional apanha da azeitona, está intrinsecamente ligada às raízes do interior e decorre no mês de novembro.
A velhinha e humilde oliveira (símbolo da paz), dá o fruto que é colhido entre cantares e risos, para depois ser transportado para o lagar que o transforma no fio de ouro e de inconfundível sabor: o azeite.