Um dos 6 reclusos em estado muito crítico
Um dos seis reclusos internados no Hospital Amato Lusitano mantém-se em estado muito crítico. Trata-se do irmão mais novo, de 34 anos, dos dois irmãos internados, oriundos de Viseu.
Outro dos seis reclusos internados em Castelo Branco, no Hospital Amato Lusitano, teve necessidade de reanimação, durante esta quarta feira.
“Continuam seis reclusos internados e não estão previstas altas hospitalares, sendo que um mantém-se em estado crítico”, sustenta o médico, Vieira Pires.
Em comunicado divulgado na terça feira, o Hospital informava que um dos reclusos internados se encontrava “em estado muito crítico” e que, em relação às análises efetuadas aos reclusos, a única substância confirmada foi cannabinóides, sendo negativo o resultado para a “ketamina”. O mesmo boletim adiantou ainda que dois dos reclusos internados no HAL foram transferidos para o Hospital-Prisão de Caxias.
A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais informou, na segunda feira que a hospitalização dos reclusos da prisão de Castelo Branco está a ser investigada pela Polícia Judiciária de Coimbra e pelo Ministério Público. “Os factos ocorridos estão a ser investigados pelo Serviço de Auditoria e Inspeção do Centro (SAI), que é coordenado por um magistrado do Ministério Público, estando a investigação criminal a cargo da Polícia Judiciária de Coimbra e do Ministério Público”, refere aquela direção Geral à agência Lusa.
A Procuradoria-Geral da República já abriu um inquérito ao caso ligado à entrada ilegal de substâncias no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, estando a investigação a decorrer na 1.ª Secção da Procuradoria Local da Comarca de Castelo Branco.
A SAI (Serviço de Auditoria e Inspeção) está há dois dias em Castelo Branco a ouvir todas as pessoas que se encontravam no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco no momento da ocorrência.
