Fest-In traz Anibal Zola, Adfectus e Omiri
O Fest-In – Festival de Música de Interior – regressa ao concelho da , no mês de novembro, com 3 datas e 3 concertos.
Nos dias 3, 10 e 23 de novembro, Pedrógão Pequeno, Cernache do Bonjardim e , respetivamente, recebem concertos de bandas portuguesas com identidade cultural muito própria.
Promovido pela Câmara Municipal da , a edição deste ano do Fest-In traz Aníbal Zola Trio ao Monte da Senhora da Confiança (edifício de apoio à festa), em Pedrógão Pequeno, Adfectus à Matriz de Cernache do Bonjardim e Omiri à casa da Cultura da .
Dirigidos ao público em geral, a entrada é livre, e para o concerto de dia 23 (Omiri), na Casa da Cultura da , é necessário apresentar bilhete, previamente levantado naquele local.
3 de novembro – Aníbal Zola (trio)
Pedrógão Pequeno – Monte da Senhora da Confiança – 15H30
Pseudónimo de José Aníbal Beirão, Aníbal Zola é contrabaixista de formação e cantautor por paixão. Natural do Porto, a ligação à música começou desde cedo e foi diversificando ao longo do tempo – começou no piano, passou para a guitarra, depois para o baixo e, por fim, para o contra-baixo. Desde 2018 já editou 4 álbuns, sendo “Pop dell Fado” o último trabalho lançado este ano.
10 de novembro – Adfectus Cernache do Bonjardim – Matriz – 15H30
Natural de Viseu, Ricardo Rocha usa o seu alter-ego Adfectus, “para enviar o seu íntimo e sincero indie-folk para o mundo”. Através da sua voz grave, da sensibilidade melódica e do “ponto de vista lírico introspetivo e de fluxo livre”, apresenta as suas músicas com uma visão artística única.
Em 2024 lançou “Estrada”, o seu 5º álbum de originais.
23 de novembro – Omiri
Casa da Cultura da – 21H
O projeto Omiri tem sido distinguido como um dos mais originais no que toca à reinvenção da música tradicional portuguesa. Nas suas atuações, trazem a tradição a palco com músicos e paisagens sonoras que, em conjunto, e através de som e imagem, parecem fazer parte de um mesmo universo.
O projeto faz uma remistura da cultura do século XXI com práticas musicais já esquecidas, sincronizando formas e músicas da tradição rural portuguesa com a linguagem da cultura urbana.
