UGT Castelo Branco realiza IV Congresso

UGT Castelo Branco realiza IV Congresso

A União Geral de Trabalhadores (UGT) Castelo Branco, realizou este sábado, 21 de outubro, no Auditório Municipal da Covilhã, o seu IV Congresso, que nas sessões de abertura teve a presença da presidente da UGT Portugal, Lucinda Dâmaso; do presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, do Presidente cessante da UGT Castelo Branco, Daniel Matos; do secretário-geral, Mário Morão, e alguns membros do seu executivo.
Nas palavras da Presidente da UGT Portugal , Lucinda Dâmaso, “ser sindicalista é um desafio constante e permanente e sem trabalhadores não há sindicatos. Se o país e o mundo tem problemas graves, os trabalhadores também porque atravessam uma fase de inseguranças e incertezas. Contamos com todos e que a nova direção não esqueça o passado”.
O Congresso, para além de líderes sindicais reúniu convidados e representantes de instituições públicas e privadas e para os organizadores “constitui um importante marco ao nível de discussões vitais para a projeção futura da UGT, como sejam a partilha de ideias, o debate de estratégias e formulação de propostas, para enfrentar os desafios que os trabalhadores enfrentam num contexto económico e social difícil, mas desafiador”.
No encontro foram também eleitos os órgãos sociais que irão guiar a UGT Castelo Branco nos próximos quatro anos. Carlos Martins tomou posse enquanto novo presidente da UGT Castelo Branco e apresentou o Plano de Ação para o próximo mandato, acente em “renovar e reforçar a estrutura sindical, promover o acompanhamento das empresas, reforçar o atendimento nas suas instalações”.
Dar continuidade ao bom trabalho desenvolvido nos anos anteriores e coordenar a participação dos sindicatos foram outros dos pontos abordados por Carlos Martins.
Nas diversas intervenções, os sindicalistas abordaram temas sobre a importância do interior do país continuar a afirmar-se como polo agregador de pessoas e empresas, reter e atrair mão de obra qualificada com salários dignos para que consiga aumentar o poder de compra dos que vivem graças ao rendimento do trabalho.
A cerimónia encerrou com um momento musical levado a cabo por músicos da Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB.





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