Liderança na recolha de resíduos recicláveis
O Município de mantem a posição de destaque em relação à reciclagem de resíduos, liderando na recolha de embalagens e metal, vidro e papel, segundo os dados relativos à Recolha de Resíduos 2022 disponibilizados pela Valnor, empresa responsável pela recolha, triagem, valorização e tratamento de resíduos sólidos em 25 Municípios da região Centro do País.
O ranking global apresentado mostra que os habitantes de são os que mais reciclam entre os 25 concelhos abrangidos, com uma média total de 78,70 kg/hab/ano de resíduos recicláveis, ultrapassando a barreira dos 76,33kg/hab/ano de resíduos recicláveis obtidos em dezembro de 2020.
Um resultado muito superior à média de Municípios da Valnor, que se cifra nos 45,49 kg/hab/ano.
Os vilarregense continuam exímios a promover os hábitos diários de reciclagem, tendo-se verificado um aumento de 2,93% na quantidade de resíduos de papel e cartão, em comparação com o período homólogo do ano anterior.
A mesma situação se verifica na quantidade de resíduos de embalagem de plástico, com um aumento de 0,68%.
Já o vidro registou um decréscimo de 24,16% em comparação com 2021, justificado em grande parte pela utilização de embalagens de maior dimensão em detrimento de embalagens mais pequenas.
Olhando para as principais fileiras de recolha seletiva de resíduos, cada vilarregense reciclou em média 33,98kg/hab/ano de papel e cartão (mais 1 kg/hab/ano do que em 2021), 17,67kg/hab/ano de embalagens de plástico e 27,05kg/hab/ano de vidro.
Relativamente aos Biorresíduos, em 2022 registou-se um aumento de 26,15% em comparação com 2021.
No total, foram encaminhadas 104,06 toneladas de resíduos verdes com origem no Centro de Receção e Transferência de Resíduos, local onde existe um contentor para a deposição dos resíduos verdes por parte da comunidade vilarregense.
Resíduos que foram encaminhados com vista à produção de energia elétrica de fontes renováveis.
Desta forma, existe um maior aproveitamento de biomassa florestal/resíduos verdes recolhidos no concelho e, simultaneamente, uma redução de emissões de CO2 e diminuição do risco de incêndio.
Paralelamente, no âmbito do projeto “Reduzir para criar mais valor” já foram entregues mais de uma centena de compostores domésticos à população, com vista à valorização orgânica por processo de compostagem.
