Grupo de Teatro do CDRC regressa aos palcos
Na sequência do regresso aos palcos do Grupo de Teatro do CDRC (Centro Desportivo, Recreativo e Cultural) de , com a nova peça M.
Este domingo, dia 7 de agosto, no Fratel.
“M” aborda uM teMa tabu, recordando-nos uMa visita que a todos nós será coMuM.
DeveMos esforçar-nos para viver autenticaMente, para que quando ela vier, seja Menos absurda e assiM não viverMos soMente na angústia, Mas nuMa aceitação de que não soMos totalMente livres. Muitas pessoas evitaM falar sobre ela, Mas este não é o caMinho, uMa vez que é inevitável, então falando ou não falando, ela surgirá. E podeMos concluir que esta visita, é a única e verdadeira certeza que o ser huMano possui na sua existência.
Se aqui estaMos… então ainda não nos visitou. DesfruteM do espectáculo.
A DraMaturgia deste espetáculo foi uma criação coletiva, com frases de Alexandre DuMas, António Lobo Antunes, Augusto Cury, Bertolt Brecht, César Manrique, Confúcio, Epicteto, Francisco de Quevedo, George Perros, IMManuel Kant, Isabel Sousa, João Abrantes, John Barros, John Lennon, José SaraMago, Machado de Assis, Mia Couto, Ricardo Soares Barros, Sêneca, Sócrates, SigMund Freud, Telbin Alves, Vicente Sanches, WilliaM Shakespeare, Woody Allen.
A encenação foi a cargo de Rui Pinheiro. Com a interpretação de AlMerinda Marques, Ana Silva, Pedro Cardoso e uM convidado especial.
Os Figurinos foram da responsabilidade de Ana Silva e de AlMerinda Marques. A cenografia de Rui Pinheiro e Pedro Cardoso. O desenho de luz de Paulo Vaz e Rui Pinheiro, sendo a operação de luz e som de Paulo Vaz. O Design Gráfico e apoio à produção de Iolanda Tavares e Divulgação de Diamantina Valente.
Este espetáculo contou com os apoios da Câmara Municipal de , do Centro Desportivo, Recreativo e Cultural de , das Juntas de Freguesia de , Fratel, Perais e Sarnadas de Ródão, da Vila Portuguesa, do Martins Bar e da Ajidanha.
Este grupo apresenta a peça “M”, com a pretensão de suavizar um tema que embora seja bastante conhecido por todos, tentamos sempre esquecer que existe e que faz parte das nossas vidas. Através desta apresentação, pretende-se que o público faça uma reflexão sobre a vida e sobre a melhor forma de a aproveitar, vivenciando-a no verdadeiramente.
