Misericórdia esclarece… Provedor não foi vacinado
Após notícia de que “a Santa Casa da Misericórdia não respeita Plano de Vacinação e dá prioridade a quem não a tem”, o Diário Digital de escreve, esta tarde, que a AG [Assembleia Geral], CF [Conselho Fiscal], advogado e educadoras de infância não fazem parte do grupo de pessoas em risco e a vacinação das mesmas, contraria e viola a indicação do Plano de Vacinação Nacional em vigor”.
A Misericórdia, em esclarecimento, diz que “de acordo com as orientações das autoridades de saúde sobre o Plano de Vacinação contra a COVID-19, a Santa Casa da Misericórdia de elaborou a listagem de utentes e colaboradores que frequentam com regularidade a instituição e que aceitaram ser vacinados.
A listagem foi enviada ao Centro Distrital de Segurança Social de e à ARS-Centro, tendo sido validada.
Deu-se, assim, início ao processo de vacinação, pelo que, entre os dias 18 e 21 de janeiro, foi administrada a 1ª dose da vacina a todas as pessoas identificadas, à exceção daquelas que tinham, entretanto, contraído a doença, apresentavam sintomas da mesma ou se encontravam em isolamento profilático, não cumprindo os requisitos necessários para serem vacinadas”.
E quanto ao facto do provedor da Santa Casa ter sido vacinado, diz o esclarecimento que “o Provedor, José Augusto Alves, estava também identificado para ser vacinado.
Contudo, não foi possível fazê-lo.
Isto porque acumula o cargo de presidente da Câmara Municipal de e viu-se, à data e hora do agendamento da vacinação, obrigado a dar resposta a questões urgentes do Município, que enfrentava novos surtos de COVID-19.
Desta forma, aguarda a chegada das próximas vacinas para poder ser vacinado. A dose que lhe estava destinada não foi desperdiçada, mas sim administrada a outro colaborador”.
A rematar o esclarecimento, a Santa Casa da Misericórdia de reforça “que o processo de vacinação está a decorrer dentro da normalidade”.
