O Município de Idanha-a-Nova registou, até hoje, o triplo de adoções de animais registadas em todo o ano de 2025, anunciou a autarquia em comunicado.
A Câmara Municipal criou o programa Idanha Adota+ e o Idanha Bem-estar Animal+, pelo que o executivo liderado por Elza Gonçalves acredita que os números resultam da estratégia adotada.
Em véspera de assinalar o Dia Internacional do Animal Abandonado (15 de agosto), o município revela que, desde o início de 2026, foram adotados 64 animais, dos quais 21 cães e 43 gatos, quase o triplo das 22 adoções registadas em 2025, de 15 cães e sete gatos.
A estratégia da autarquia “assenta em cinco eixos de intervenção: adoção responsável, controlo populacional, educação e sensibilização, participação comunitária e proteção animal”.
Através do programa Idanha Adota+ “tem reforçado a promoção da adoção responsável e a divulgação dos animais disponíveis para adoção, contribuindo para que mais cães e gatos encontrem uma nova família”.
Aos adotantes é exigido “terem as condições necessárias para realizar a adoção, assinando para tal um termo de responsabilidade”.
Todo o processo de adoção é gratuito para quem adota, pois o município assegura a vacinação, a desparasitação, a identificação eletrónica e esterilização dos animais antes de serem entregues às novas famílias.
“Paralelamente, Idanha tem reforçado as ações de prevenção do abandono através do controlo populacional”, acrescentou, explicando que, desde 2024, desenvolve com a associação MUDA – Movimento de União e Defesa Animal “um protocolo de captura, esterilização e devolução de gatos errantes ao seu habitar, o que já permitiu realizar cerca de 400 esterilizações”.
Já este ano, no mesmo âmbito, a Câmara de Idanha-a-Nova criou o Programa Municipal de Esterilização de Animais de Companhia, que reforça o compromisso do concelho com a promoção da saúde e do bem-estar animal.
Durante o verão, o Município de Idanha-a-Nova, em articulação com a GNR, está a promover uma campanha de sensibilização contra o abandono e os maus-tratos animais.
Texto: Lusa
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