A Comissão Politica Distrital do PSD Castelo Branco, após a aprovação do Orçamento de Estado para 2019, em nota à comunicação, afirma que “não pode deixar de salientar a posição histriónica da deputada e presidente do PS de Castelo Branco, Hortense Martins em rapidamente se colocar em campo para branquear o pior orçamento de sempre para o Distrito, recordando como exemplo de coesão territorial, um acontecimento de 2017”.
O PSD diz compreender “que a senhora deputada há algum tempo que não deve visitar o Distrito de Castelo Branco, pois se o visitasse apenas veria encerramento de
serviços públicos e consequente encerramento de empresas, agências bancárias e serviços de proximidade”.
A Comissão Distrital do PSD nomeia os encerramentos das estações dos CTT e os postos da GNR em fase de pré-encerramento…
e pergunta: “onde andava quando foi desafiada, em sede
de Orçamento, a incluir a extinção das portagens nas Autoestradas da Coesão, juntamente com os deputados do PCP que subscreverem um Projeto de Resolução
do faz de conta? Onde andava quando os incêndios consumiam a nossa floresta e ceifavam vidas humanas?”
E dá a resposta. “Estava escondida em perguntas de
retórica aos governantes. Das célebres perguntas, também do faz de conta”.
Para o PSD “acabaram-se as desculpas, o assobiar para o lado, o passa-culpas. A partir de 2016 em orçamentos aprovados pela Geringonça das Esquerdas, os serviços
públicos no Distrito pioraram, culminando na aprovação do Orçamento de Estado para 2019, o Orçamento da Vergonha, da Verdadeira Desilusão, da Hipocrisia, no
mínimo muito Poucochinho. Um Orçamento, onde ignoraram ostensivamente as propostas apresentadas pelo PSD, nomeadamente, a criação de um estatuto fiscal
amigo do Interior, enquadrado na estratégia sempre defendida, designadamente quando apresentámos a iniciativa para a criação do estatuto dos territórios de baixa
densidade, essencial para dissipar o profundo desequilíbrio do nosso País, entre um Interior cada vez mais despovoado, envelhecido e abandonado, em contraponto a duas áreas metropolitanas cada vez mais populosas, concêntricas e ricas”.
