Companhia Nacional de Bailado no TMC
O Teatro Municipal da (TMC~) apresenta dança, música e teatro na sua programação de julho.
Destaque para o muito aguardado regresso à da Companhia Nacional de Bailado.
A Companhia Nacional de Bailado (CNB) apresenta o programa “Noite Branca”, no TMC~, no dia 2 de julho, às 21H30.
Celebra-se o encontro entre a imaginação e a técnica em tons suaves que remetem para os atos brancos dos bailados clássicos.
Celebram-se esses momentos através da diversidade das obras que compõem este programa.
Luís Marrafa, coreógrafo português sediado em Bruxelas, apresenta em estreia absoluta a sua 1ª coreografia para os bailarinos da CNB: “Snow”.
Yannick Bouquin regressa à Companhia, não como professor convidado, mas agora para coreografar uma nova obra onde a fantasia e o engenho balético são exaltados num “Pas de Deux” sobre uma composição de Shostakovitch.
A graciosidade e inteligência do movimento do mestre Georges Balanchine, é revisitada neste programa através do seu emblemático “Concerto Barocco”.
No dia 9 de julho, às 21H30, o TMC~ acolhe os Cais Sodré Funk Connection.
Nascidos no coração do bairro boémio que lhes dá o nome, os Cais Sodré Funk Connection são uma banda de veteranos da música portuguesa e verdadeiros embaixadores do Funk & Soul.
O “Soul Power” é assegurado por Francisco Rebelo no baixo, João Gomes nas teclas, David Pessoa na guitarra, Rui Alves na bateria e pela secção de sopros composta por João Cabrita, José Raminhos e Miguel Marques, acompanhados pelas vozes de NBC e TAMIN (Telma Santos).
Após 10 anos de concertos pelos mais prestigiados palcos do País, trazem na bagagem novas temáticas e canções para celebrar a vida adulta, sem perder a energia contagiante tão bem caraterizada na sua música. Com partida do Cais Sodré, a locomotiva Funk Connection chega ao TMC~ mais forte e sólida que nunca!
O Laboratório de Artes Performativas Sénior, da Quarta Parede, apresenta o espetáculo “À Beira”, no dia 14 de julho, às 21H30.
A tradição oral da Cova da Beira e dimensões relacionadas com as faculdades e processos da memória individual e coletiva são ponto de partida para a pesquisa dramatúrgica e performativa do “À Beira”.
Um espetáculo do Laboratório de Artes Performativas Sénior, um projeto de experimentação, pesquisa e criação artística para adultos seniores, desenvolvido pela Quarta Parede desde 2018.
