Envolvido na morte de Fábio Guerra goza primeira saída precária

Envolvido na morte de Fábio Guerra goza primeira saída precária

Clóvis Abreu esteve no passado fim-de-semana, dias 11 e 12 de Julho, em liberdade com a primeira saída precária da cadeia.

O homem que chegou a andar fugido à justiça e, um ano depois, entregou-se às autoridades, esteve envolvido na morte do PSP da Covilhã, Fábio Guerra.

No entanto, apesar de ter sido absolvido do homicídio de Fábio, está “a cumprir seis anos por outros quatro crimes na rixa que o polícia morto por dois fuzileiros tentou travar”.

Os distúrbios violentos junto à discoteca Mome, em Lisboa, na madrugada de 19 de março de 2022, conduziram ao falecimento de Fábio Guerra.

Recorde-se que o arguido foi, inicialmente, acusado e condenado a 14 anos de cadeia, pela co-autoria. “Ficou provado, em primeira instância judicial, que Clóvis Abreu desferiu um forte pontapé na cabeça do agente Fábio Guerra. Foi, por isso, condenado pelo homicídio qualificado do elemento da PSP. Os desembargadores da Relação de Lisboa, no entanto, deliberaram, em abril de 2025, absolver Clóvis Abreu deste crime. O arguido manteve, no entanto, as condenações por duas tentativas de homicídio de um outro agente da PSP, e de um civil, ocorridas durante os distúrbios que levaram à morte de Fábio Guerra. Foi ainda condenado a pagar 224 mil euros de indemnizações cíveis. Ficou condenado a um cúmulo jurídico de seis anos de prisão”, escreve o CM..

Um juiz do Tribunal de Execução de Penas atribuiu-lhe, agora, a primeira saída precária.

A morte do agente Fábio Guerra levou ainda à condenação dos então fuzileiros Vadim Hrynko e Cláudio Coimbra a, respetivamente, 17 e 20 anos de cadeia.

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