Estrutura de Recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin quer trabalha

Estrutura de Recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin quer trabalha

Estrutura de Recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin quer trabalhar de forma “urgente e bem”

O responsável pela Estrutura de Missão para a Recuperação das Zonas Afetadas pela depressão Kristin defendeu hoje a necessidade de se fazer “urgente e bem” e garantiu haver vontade para tornar mais resiliente o território.

“Nós temos de fazer urgente e bem, já não é só depressa e bem, é urgente e bem, não temos outra solução”. afirmou Paulo Fernandes, em Leiria, numa sessão de apresentação e esclarecimento das medidas de apoio às empresas afetadas pela depressão Kristin, onde estiveram representantes de várias entidades.

Na intervenção, Paulo Fernandes assegurou que “a palavra missão é para levar a sério” e é um trabalho coletivo.

“Se todas (as missões] costumam sê-lo, esta não é sequer opção que não seja muito coletiva. Tem mesmo de ser coletiva, tem de ser mesmo multinível e tem de ser, obviamente, também transversal a todas as áreas do Estado, mas, também, a todas as áreas do que é a vida das empresas”, adiantou.

Aos presentes, o responsável da estrutura de missão, entidade que está sediada na Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, salientou que a reconstrução “é um processo contínuo, muito exigente”, e admitiu que “não há medidas perfeitas, mas há humildade e capacidade suficientes” para uma intermediação com a realidade concreta.

Considerando que, infelizmente, a situação ainda está “muito longe de estar estabilizada” do ponto de vista do dano, que “continua e aprofunda-se”
, Paulo Fernandes salientou ser “vital esta interface, para depois fazer
a interligação com estruturas de decisão ou tutela, de forma a ser encontrada resposta ou solução.

“E se puder ser rápida e, sobretudo, muito eficaz, melhor”, adiantou, assegurando que na estrutura de missão também há “vontade coletiva e com todos de construir um programa de revitalização” que torne o território mais resiliente.

Para Paulo Fernandes, ex-presidente da Câmara do Fundão (Castelo Branco), “ninguém aceitaria que depois disto [impacto da depressão]” não se começasse a pensar nos médio e longo prazos.

“Para que isto nunca mais tivesse esses efeitos e esta região também se tornasse mais forte, mais competitiva” no futuro, acrescentou.

Texto: Lusa
Foto: Arquivo BBTV

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