Nova viatura está encomendada
Os profissionais da VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) de Castelo Branco assinalam o 20° aniversário de atividade, ininterrupta, de socorro de emergência a toda a região da ULS de Castelo Branco.
O médico João Freixo, coordenador de Emergência e da VMER de Castelo Branco, sublinhou que “o socorro é uma situação que implica muitas organizações e diversidade de meios”.
E apontou as 3 grandes deficiências da Emergência, quando o Hospital Amato Lusitano não tem as valências de socorro para as doenças tempo-dependentes.
O INEM nasceu em1981, mas a VMER de Castelo Branco só chegou em 2005, na sequência da situação de expansão do INEM no País, e após as tragédias dos incêndios florestais.
“Então a base foi estabelecida em 2 contentores, por 3 anos de contratualização… e já lá está há 20 anos…
O carro tem 9 anos. E está 1 semana a trabalhar e está 3 ou 4 semanas na oficina”.
Para o médico coordenador da VMER “o que está a suceder no nosso Hospital, quando um doente necessita de cuidados de valências que o Hospital não tem, atendendo ao tempo útil de socorro, nomeadamente, Cardiologia, Cirurgia Vascular, Neurologia, Neurocirurgia, o
problema é o transporte secundário.
Não temos ambulância medicalizada e não temos equipa especializada”.
As 3 deficiências na emergência apontadas são: a base, a viatura e a ambulância medicalizada.
“Doenças tempo-dependentes cujas valências o Hospital não tem… e se forem resolvidas para amanhã, tanto melhor”, pede o médico João Freixo.
Rui Alves, presidente do conselho de administração da ULS de Castelo Branco, revelou que “não preparei nada para trazer aqui, ao 7°Congresso da VMER”,
mas ouviu as queixas e os pedidos e adiantou que “a carrinha (VMER) está encomendada e virá em breve”.
Quanto à base da viatura, Rui Alves está a tentar encontrar solução, e a envidar todos oscm esforços para conseguir contratar mais recursos humanos para suprir faltas na prestação de cuidados.




