Castelo Branco vai acolher, a 5 de setembro

Castelo Branco vai acolher, a 5 de setembro

Castelo Branco vai acolher, a 5 de setembro, a 3.a etapa do 1º Grande Prémio TSF/JN, assumindo um papel de grande relevo na reta final da época nacional de ciclismo.

O concelho albicastrense vai ser o palco central da corrida numa jornada de 150,7 km especialmente desenhada para “fugitivos”, prometendo levar a emoção do pelotão e o apoio dos adeptos às populações locais.

O 1º Grande Prémio TSF/JN, uma corrida de quatro etapas, entre os dias 3 e 6 de
setembro, vai encerrar a época nacional de ciclismo.

Com partida agendada para as 12h00 na Alameda da Liberdade, a etapa percorre
praticamente todas as freguesias e aldeias do concelho.

O percurso colocará à prova a resistência dos atletas com passagens estratégicas por locais como Mutex (meta volante às 12h46), as subidas exigentes de Almaceda e Casal da Serra (prémios de montanha de 3.a categoria às 13h51 e 14h17), seguidas das passagens por Lardosa, Escalos de Cima e pelo “ponto quente” de Alcains, pelas 15h00.

A prova foi apresentada esta terça-feira, dia 25 de agosto, em Ansião, numa cerimónia com transmissão em direto na TSF e no Jornal de Notícias.

“Em Castelo Branco, é um conceito de corrida em que um Concelho abraça as suas aldeias e circula por todo o seu território”, destacou o Diretor de Prova, Delmino Pereira.

O regresso do pelotão ao coração da cidade culminará numa grande festa do desporto com a chegada prevista para as 15h39, novamente na Alameda da Liberdade.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, a
vinda do 1º Grande Prémio TSF/JN ao Concelho “ultrapassa a vertente puramente
desportiva: além de ser a etapa rainha em termos de distância de toda a prova, representa uma oportunidade estratégica de projeção do território, promovendo a diversidade das suas paisagens, o comércio local, a hotelaria e a rica gastronomia albicastrense junto de centenas de elementos das equipas e visitantes”.

Na parte desportiva, Cândido Barbosa, presidente da Federação Portuguesa de
Ciclismo, lembrou que esta prova permite “alargar a época até setembro, dar
oportunidade a equipas que ainda precisam de vitórias”.

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